Life is too important to be taken so serious!
Essa citação não é uma das clássicas do Lord Henry, como eu e o Du comentamos ontem durante nossa sessão de vinhos, música eletrônica e conversa agradável.
Mas é do Oscar Wilde, criador e, quiçá, alter ego do Lord Henry.
Roubei esta citação do blog da Gabi, ao revisitá-lo hoje cedo. Resolvi registrá-la aqui por que hoje ela me fez muito sentido.
Estou cansada, após quatro maravilhosos dias de carnaval na praia. Baladas, gente bonita, champagne na praia, música boa, sol...
Voltei pro trabalho e as demandas pipocam, me fazendo lembrar que a realidade voltou. Voltaram também dois olhos verdes que me recepcionaram logo que pisei na empresa, trazendo lembranças e uma sensação desagradável de "por que será que as coisas têm que ser assim!".
A segundos de um surto momentâneo, me surgiu a citação acima...e por questão de segundos, respirei fundo, acalmei a mente, e apenas sorri...
Thursday, February 26, 2009
Monday, February 16, 2009
ZZZzzZZZZz
Nos últimos dias só as moscas rondam por aqui.
Nem elas acreditam que ainda não chegou o carnaval!
Deve ser uma conspiração, não é possível que esses míseros 4 diazinhos demorem tanto assim...
Ass: eu, ansiosa.
Nem elas acreditam que ainda não chegou o carnaval!
Deve ser uma conspiração, não é possível que esses míseros 4 diazinhos demorem tanto assim...
Ass: eu, ansiosa.
Sunday, February 8, 2009
Fotossíntese
Está sol!
E o sol me chama
E o sol me nêga
E o sol me acende.
E o sol me acalma,
faz bem pra alma.
Mais do que isso,
transcende.
Que bom,
está sol!
E eu me vou,
Mas ele fica
pra quando eu quiser voltar
e me recarregar.
Está sol
e eu volto pro frio.
Pra cidade limpa
de pés calçados.
Está sol,
maravilha então:
eu estou feliz.
Um dia lindo
Que bom, verão!
E o sol me chama
E o sol me nêga
E o sol me acende.
E o sol me acalma,
faz bem pra alma.
Mais do que isso,
transcende.
Que bom,
está sol!
E eu me vou,
Mas ele fica
pra quando eu quiser voltar
e me recarregar.
Está sol
e eu volto pro frio.
Pra cidade limpa
de pés calçados.
Está sol,
maravilha então:
eu estou feliz.
Um dia lindo
Que bom, verão!
Thursday, January 29, 2009
Curtas
#1
Com GPS, até eu viro taxista em São Paulo!
#2
Saí bem da depressão,
Lidei bem com a mania.
E agora, o que eu faço
Com a temível monotonia?
#3
Tá todo mundo casando!
Pobres donos de bicicletarias. Isso sim é que é crise.
Com GPS, até eu viro taxista em São Paulo!
#2
Saí bem da depressão,
Lidei bem com a mania.
E agora, o que eu faço
Com a temível monotonia?
#3
Tá todo mundo casando!
Pobres donos de bicicletarias. Isso sim é que é crise.
Tuesday, December 30, 2008
Sobre a fidelidade
Novamente, uma inspiraçao via aérea.
Questionamentos que me surgem a caminho de Bordeaux:
- em frances, nao hà diferença entre o "ser" fiel e o "estar" fiel: je suis fidèle e pronto. Mas em portugues existe a diferença: geralmente se prega o ideal de um companheiro que seja fiel, insinuando que o permaneça durante toda a vida. Considerando a dinamica das relaçoes modernas e a aparente tenue fragilidade dos sentimentos entre dois amantes nos dias de hoje, parece-me que a busca pelo "ser" fiel é sempre acompanhada em maior ou menor grau, de uma certa frustaçao. Objetivando reduzir o gasto de energia sem sentido e ser mais pràtico, suplantando o romantismo pelo realismo, nao seria melhor afinal contentarmo-nos apenas com o "estar" fiel?
- Deve-se ser fiel a uma pessoa que possivelmente nao é fiel a voce? Em outras palavras, a unilateralidade da fidelidade invalida a açao? Fidelidade so vale a pena quando conectando dois pontos, ou a nobreza do sentimento é recompensa suficiente para o amante fiel? Da onde derivo: pode um amante traido ter sentimentos nobres?
- Por que afinal as pessoas se casam? Se é para "ser" fiel, deveria passar pela cabeça dos dois amantes algo do tipo:
"OK, jà experimentei vàrios parceiros (ou poucos, tanto faz) e cheguei à conclusao que voce é o melhor de todos que eu poderia ter, minha melhor opçao. Sei que no futuro vou conhecer outras pessoas, e pode ser que algumas delas sejam até mais bonitas, mais interessantes e combinem mais comigo que voce. Mas tudo bem, estou fazendo uma escolha agora considerando toda a vida que teremos juntos, desde o momento em que nos conhecemos até o dia em que estaremos bem velhinhos tomando chà na varanda da nossa casa. Vamos viver e construir tanta coisa boa juntos, que neste momento eu escolho abrir mao de qualquer outra pessoa que eu venha conhecer no futuro, para viver minha vida com voce."
E se nao for pra pensar assim, é melhor assumir de vez o "estar" fiel, e viver a vida aproveitando as vantagens e aceitando as consequencias que essa escolha traz.
Quais seriam as repostas pra essas perguntas, alguém ai me ajuda?
Questionamentos que me surgem a caminho de Bordeaux:
- em frances, nao hà diferença entre o "ser" fiel e o "estar" fiel: je suis fidèle e pronto. Mas em portugues existe a diferença: geralmente se prega o ideal de um companheiro que seja fiel, insinuando que o permaneça durante toda a vida. Considerando a dinamica das relaçoes modernas e a aparente tenue fragilidade dos sentimentos entre dois amantes nos dias de hoje, parece-me que a busca pelo "ser" fiel é sempre acompanhada em maior ou menor grau, de uma certa frustaçao. Objetivando reduzir o gasto de energia sem sentido e ser mais pràtico, suplantando o romantismo pelo realismo, nao seria melhor afinal contentarmo-nos apenas com o "estar" fiel?
- Deve-se ser fiel a uma pessoa que possivelmente nao é fiel a voce? Em outras palavras, a unilateralidade da fidelidade invalida a açao? Fidelidade so vale a pena quando conectando dois pontos, ou a nobreza do sentimento é recompensa suficiente para o amante fiel? Da onde derivo: pode um amante traido ter sentimentos nobres?
- Por que afinal as pessoas se casam? Se é para "ser" fiel, deveria passar pela cabeça dos dois amantes algo do tipo:
"OK, jà experimentei vàrios parceiros (ou poucos, tanto faz) e cheguei à conclusao que voce é o melhor de todos que eu poderia ter, minha melhor opçao. Sei que no futuro vou conhecer outras pessoas, e pode ser que algumas delas sejam até mais bonitas, mais interessantes e combinem mais comigo que voce. Mas tudo bem, estou fazendo uma escolha agora considerando toda a vida que teremos juntos, desde o momento em que nos conhecemos até o dia em que estaremos bem velhinhos tomando chà na varanda da nossa casa. Vamos viver e construir tanta coisa boa juntos, que neste momento eu escolho abrir mao de qualquer outra pessoa que eu venha conhecer no futuro, para viver minha vida com voce."
E se nao for pra pensar assim, é melhor assumir de vez o "estar" fiel, e viver a vida aproveitando as vantagens e aceitando as consequencias que essa escolha traz.
Quais seriam as repostas pra essas perguntas, alguém ai me ajuda?
Monday, December 22, 2008
Hauptbahnhof
A pior coisa que existe em uma viagem é perder dinheiro.
Pior ainda quando se perde uma nota alta. E muito pior quando é em euro, e o euro está valendo o olho da cara.
Bom, vou parar por aqui antes que alguém aí se comova demais e resolva me fazer um doc pelo Wester Union (ho ho ho).
O lado ruim de ser organizadinha é que nao dá pra passar batido o fato de perder dinheiro. Quando se tem tudo anotado, dá pra saber o dia, e quem sabe até a hora em que o dinheiro sumiu. Aí vem aquele pensamento chato: puts, que droga, devia ter comprado aquele ursinho cafoninha de Natal... por mais que ele fosse realmente cafona e nao tivesse muito bem uma finalidade, era melhor do que dar dinheiro pro santo...e várias outras idéias melhores de como ter gasto aquela grana. Se voce nao é organizado, o máximo que acontece, lá pra metade da viagem, é ficar com uma leve sensacao do tipo: ué, eu jurava que nao tinha gastado tanto dinheiro assim...aí vai tomar uma cerveja e acaba esquecendo o assunto.
Como esse nao é o meu caso, só me resta praticar novamente a teoria do desapego: pensa pelo lado bom, isso só aconteceu porque estou aqui viajando, de férias, curtindo a vida, etc ...
Bah! Toca a economizar até o resto da viagem.
Pior ainda quando se perde uma nota alta. E muito pior quando é em euro, e o euro está valendo o olho da cara.
Bom, vou parar por aqui antes que alguém aí se comova demais e resolva me fazer um doc pelo Wester Union (ho ho ho).
O lado ruim de ser organizadinha é que nao dá pra passar batido o fato de perder dinheiro. Quando se tem tudo anotado, dá pra saber o dia, e quem sabe até a hora em que o dinheiro sumiu. Aí vem aquele pensamento chato: puts, que droga, devia ter comprado aquele ursinho cafoninha de Natal... por mais que ele fosse realmente cafona e nao tivesse muito bem uma finalidade, era melhor do que dar dinheiro pro santo...e várias outras idéias melhores de como ter gasto aquela grana. Se voce nao é organizado, o máximo que acontece, lá pra metade da viagem, é ficar com uma leve sensacao do tipo: ué, eu jurava que nao tinha gastado tanto dinheiro assim...aí vai tomar uma cerveja e acaba esquecendo o assunto.
Como esse nao é o meu caso, só me resta praticar novamente a teoria do desapego: pensa pelo lado bom, isso só aconteceu porque estou aqui viajando, de férias, curtindo a vida, etc ...
Bah! Toca a economizar até o resto da viagem.
Tuesday, December 16, 2008
Disaster in NZ
The New Zealand Herald - December 16th, 2008.
A huge hurricane has reached the bay of Auckland in this last weekend. "Gabriela", as it has been called, was noticed as the most impressive one of the past 10 years.
The epicenter of the hurricane seemed to be located in Emily Place St., nearby the house of a brazilian young man. Bruno, also know as "Little Carcass", has been living in Auckland for over 6 months now. His closest friends have described him as a calm and quiet guy, that carried on a regular life before "Gabriela" had passed by.
This journalist have attempted to reach Bruno, but the victim has not answered the door or the telephone. Local authorities are willing to solve the situation before the panic spreads among Auckland bay´s inhabitants. According to the police, the hurricane is already under control, and if no contact succeeds to be made within the next 36 hours, a special unit will be send to rescue the victim.
A huge hurricane has reached the bay of Auckland in this last weekend. "Gabriela", as it has been called, was noticed as the most impressive one of the past 10 years.
The epicenter of the hurricane seemed to be located in Emily Place St., nearby the house of a brazilian young man. Bruno, also know as "Little Carcass", has been living in Auckland for over 6 months now. His closest friends have described him as a calm and quiet guy, that carried on a regular life before "Gabriela" had passed by.
This journalist have attempted to reach Bruno, but the victim has not answered the door or the telephone. Local authorities are willing to solve the situation before the panic spreads among Auckland bay´s inhabitants. According to the police, the hurricane is already under control, and if no contact succeeds to be made within the next 36 hours, a special unit will be send to rescue the victim.
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